Outubro Rosa: conscientização a favor da VIDA!

Que mês! Que campanha! Já pararam para pensar na dimensão que o Outubro Rosa tomou? Nesta época do ano tudo fica rosinha nas empresas, nas vitrines, nas redes sociais…  E É ASSIM NO MUNDO TODO ❤ Que amor pensar que um projeto tão nobre conseguiu ganhar esse alcance mundial, né? E assim, desse jeito sutil e delicado, nossos pensamentos e atitudes vão ficando mais conscientes. A campanha é em outubro, mas os resultados dela ecoam em qualquer momento do ano.

Com certeza, seja na sua casa, no seu trabalho, no círculo de amigos, você já escutou alguma história linda de superação do câncer de mama. Histórias fortes, emocionantes e inspiradoras. Casos de vitórias, de reviravoltas, de cura.

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Mas infelizmente ainda são alarmantes os números de mortes por essa doença. Segundo dados da Agência Internacional para a Pesquisa do Câncer, que faz parte da Organização Mundial da Saúde, o câncer de mama é o tipo de câncer mais comum e que mais mata mulheres em todo o mundo.

É por isso que precisamos levantar essa bandeira, reforçar as orientações, incentivar o cuidado incessante com a nossa saúde. Só quem já passou pela doença compreende o quanto ela é capaz de mudar uma vida e o quanto é importante se prevenir. Então, o blog Carambola conversou com quem enfrentou essa batalha e hoje pode dizer com o coração cheio de paz: VENCI!

Rosangela Servilheire Zardo 

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Foi em 2015 que a jornalista Rosangela Servilheire Zardo descobriu o câncer. Um nódulo na mama esquerda assustou. “Sempre tive a mama com muitos nódulos, mas os exames não apontavam como tumores malignos e sim hormonais.  Eu tratava  com medicamento para diminuir o tamanho e a quantidade.  Mas quando surgiu o novo nódulo,  mostrei para uma amiga, ela marcou outra mamografia. No dia seguinte do exame me ligaram do hospital. Fiquei internada para uma única biopsia que apontou câncer em grau 4”, conta.

Dali em diante tudo na vida dela se transformou: trabalho, atividades pessoais… Em dois anos tudo mudou. Nesse período de tratamento foram 10 sessões de quimioterapia, 30 rádios e mastectomia. Foi preciso retirar a mama esquerda e os efeitos da medicação começaram a aparecer. Os cabelos caíam, mas a fé não! “Minha fé  em Deus, minha vontade de viver e minha família  foram os motivos que me levaram a enfrentar o câncer”.

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Lindos lenços passaram a ser xodós e a alegria e a autoestima se mantinham ali: firmes e fortes!

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Hoje, Rosângela ganhou vida nova! Continua fazendo acompanhamento, mas já voltou a fazer tudo que gosta.

O recado para a mulherada é:

“Mulheres: não desistam! Não importa o estágio do câncer. Lutem. Enfrentem.  Não tenham medo. Tenham fé.  Façam o autoexame, façam os preventivos.  Amem- se. Cuidem-se.  Eu estou curada! Graças ao nosso Deus”. ❤

Rosilene de Almeida 

Rosilene é formada em pedagogia, mãe, dona de casa e chefe escoteira. Aos 40 anos, em um exame de rotina, identificou o câncer. Durante um ano e dois meses fez o tratamento que envolveu a retirada de uma das mamas, esvaziamento axilar, 16 sessões de quimioterapia e 30 de radioterapia.

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Na época, fazia faculdade e trabalhava uma em uma escola. “No dia em que fazia a quimio ficava em casa. No dia seguinte tentava seguir minha vida normalmente por orientação médica, ocupando corpo e mente”, conta.

A doença mudou inúmeros aspectos da vida dela, mas que não a roubaram o bom humor. “Fiquei careca e caíram todos os pelos do corpo (pensa numa “economia” com depilação. rsrsrs)”, brinca. Esse jeitinho leve de ver as coisas a fez encarar os percalços com mais perseverança.

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O que também contribuiu e MUITO para isso foi a motivação que vinha do filho.

Rosilene ficou viúva aos 38 anos e um dos momentos mais marcantes desde que soube do câncer foi quando o filho perguntou o seguinte: “Vou ficar sem mãe também?”

Isso deu mais “gás” para que ela continuasse lutando. “Apesar da pouca idade, ele já vem passando algumas fases ruins junto a mim. E decidi que câncer não iria me derrubar. Pois quero vê-lo se tornar um HOMEM bem sucedido na vida, trilhando o caminho que ele escolher. E quero estar aqui para apoiá-lo.”

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Hoje, ela continua tomando medicação e está em processo de reconstrução da mama. Ficaram algumas sequelas e limitações, mas Rosi pode fazer muitas atividades do cotidiano: cuida da casa, faz academia e ainda encontrou um novo prazer: correr!

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Rosilene agora faz parte de um grupo de corrida de rua. “O grupo me acolheu com muito amor. E correr pra mim é uma terapia. Amo! Hoje estou muito melhor. Procuro viver o presente um dia por vez e tudo com mais leveza”.

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Olha só o conselho:

“A cura existe! Mas você precisa se aceitar como está e estar bem consigo mesma. É apenas uma fase, vai passar. A partir da aceitação tudo fica mais leve e mais bonito porque Deus está nos lapidando para brilhamos como diamante! SOMOS FORTES e SOMOS GUERREIRAS! Para todas as mulher, digo: procure uma Unidade de Saúde, faça seus exames de prevenção. Se tiver um diagnóstico precoce, a chance de cura será maior. SE AME e SE CUIDE!” ❤

Lindas histórias, né? Se você também conhece algum caso assim, que tal compartilhar com a gente e transformar esse post numa corrente de conscientização? 🙂

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